Fussen e Munich

Acordamos em: Fussen
Dormimos em: Munique/Munich/Munchen

Olá! Hoje foi um daqueles dias “especiais” nas nossas viagens. Isso porque ele reuniu quase todos os ingredientes de um dia especial. Olha só. Tivemos ausência de turistas chatos, além de vistas maravilhosas e trilhas de bicicletas envolvidas.

A gente já tinha alugado duas bikes no dia anterior aqui em Fussen. Elas dormiram num estacionamento de bikes pertinho do hotel. Acordamos sem muita pressa, fomos tomar nosso café incluído do hotel. Aliás, lembrando agora, essa noite foi bem mal dormida (a segunda pior desde nosso albergue em Interlaken). Isso porque o hotel não tinha ar condicionado, e tivemos que dormir com todas as janelas escancaradas. Como estávamos no quarto andar e eu sou sonâmbulo maluco (de correr, gritar, e quiçá, pular das janelas), tivemos que, perto da 1 da manhã rearranjar todo o layout de móveis do quarto com várias barricadas e trincheiras para que eu não conseguisse me matar durante a noite. Na verdade, até então achávamos que a janela abria um tantinho só. Mas o calor desesperador nos ensinou como abrir a janela por inteiro, e quando então resolvemos o problema do calor, criamos o problema das janelas e meu sonambulismo. Mas o dia seguinte compensou toda a noite mal dormida.

Voltando, tomamos nosso café e pegamos as nossas bikes. Dessa vez iríamos rumo ao lago Hopfensee, contornaríamos todo o lago e voltaríamos pelo outro lado (oeste) da cidade.

Fussen com relação a bicicletas é como se fosse Napier, na Nova Zelândia. A cidade inteira (e todos os entornos) é planejada com trilhas de bike – separado das rodovias e dos carros. É impressionante como elas estão em todos os lugares e são tratadas como se fossem verdadeiras estradas: se a estrada de carros passa por uma ponte em cima do rio, a trilha de bicicleta também tem sua própria ponte que passa em cima do rio. A sinalização também é excelente e em todas as bifurcações e cruzamento de trilhas há placas com as direções e onde cada uma das trilhas vai.

Mapa das Trilhas de bike de Fussen

Fomos em direção ao vilarejo de Hopfen Am See, que é uma simpática vila na beira de um lago. E de novo aqui, muitas famílias nadando no lago, tomando sol e brincando com as crianças. Paramos em uma das “prainhas” do lago que estava junto com um acampamento. O plano era dar um mergulho e nadar no lago. Mas como já havíamos feito o checkout, não teríamos banho pelas próximas horas, acabamos só molhando os pés mesmo (e contemplando a beleza daquele lugar).

Imensidão
Parada Técnica

Pegamos a bike, e continuamos a trilha, até novamente encontrar Fussen. A trilha toda levou cerca de 2 a 3 horas e foi uma delícia.

Chegando em Fussen, com muita fome, logo depois de devolver as bikes, pegamos em uma padaria dois sanduíches que estavam espetacular de gostoso. O plano era pegar o carro e ir até o castelo de Neuschwanstein. Mas antes mais uma parada técnica no supermercado, para comprar água, algumas frutas e uns iogurtes para complementar nosso sanduba (e com isso finalizar nosso almoço).

Bora para Neuschwanstein. Esse é o (dizem) castelo que inspirou a Cinderela e o logo da Disney. Ele finca no topo de uma montanha cuja vista é espetacular (podemos ver pelo menos 3 lagos principais do vale lá embaixo). Mas foi só a gente chegar lá perto que começou a bater o mini-desespero: muitos turistas, todo mundo empunhando câmeras e filas para comprar entradas. Quer saber? Vamos pular isso.

Acabou que a gente só foi na frente do castelo e nem ousou tentar entrar com a fila que estava. Esse nem é dos mais antigos (tem cerca de 200 anos) também. Bora pro próximo destino: Munique.

Pra isso pegamos a estrada que liga várias cidadezinhas pequenas (e que julgando pelas placas) acreditamos ser a famosa  “rota romântica”. As vistas foram espetaculares e foi uma delícia irmos contemplando tudo a meros 60 ou 70 km por hora.

Chegando em Munique, fizemos check-in no Kings Hotel, perto do centrinho. Deixamos as coisas e bora caminhar. Fomos até o Marienplatz onde um cuco famoso toca a cada hora. Por sorte faltavam 2 minutos pras 6 da tarde e ficamos lá plantados (como vários outros turistas) esperando o bendito cuco. Ficamos uns 5 minutos até a gente concluir que o cuco estava quebrado – a galera continuou lá esperando. Mas não, depois vimos que não é toda hora que o cuco canta, acho q são apenas 3 vezes no dia. Azar, também nem estávamos tão interessado nesse programinha turístico.

Voltamos e no caminho da volta, uma fila gigantesca. Que raios seria isso? Acabamos descobrindo que era a premiere de um filme alemão e todos os artistas estavam lá.

Parece festa pós-BBB
Não sei porque, quando vi esse lugar me deu um deja-vu

Pra terminar o dia, fomos no Augustiner, um lugar super gostoso (e gigantesco) para comer comida alemã. Comi até falar chega! Bora dormir felizes, porque hoje o dia foi sensacional!

1 Comment

  1. Oi migos, amei o texto, achei só um errinho de redação, porque dizer que “a trilha toda levou cerca de 2 a 3 horas” é incompatível com uso do adjetivo “delícia” heheheheh socorro, haja disposição!

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