Dia 12 – Glaciers Everywhere!

Acordamos em: Skaftafell (Camping no Parque)
Dormimos em: Hofn


Hoje o dia acordou limpo! É muito bom começar com o dia assim por aqui. Parece que estamos com mais sorte com o clima do que na Escócia…

Ficamos na dúvida, mas resolvemos dessa vez gastar um pouquinho mais: resolvemos fazer um tour de caminhada na geleira.

Cadê os White Walkers?

 

É impressionante o tamanho das geleiras aqui na Islândia. Essa é a terceira maior do mundo (atrás apenas para a da Groelândia e a da Patagônia. Fizemos uma trilha de mais ou menos 3 horas.

Depois da geleira, ainda no parque, fomos na Svartifoss, a cachoeira que é formada de pilares hexagonais.

Svartifoss


E aí uma crítica à Islândia: em uma boa parte dos lugares mais turísticos, eles simplesmente fecharam as áreas fazendo com que os turistas fiquem apenas em uns caminhozinhos pré-definidos. E aí descem todos os ônibus e vans de tours, e todo mundo anda pelos mesmo lugares demarcados. E é até meio ridículo: parece que estamos na Disney, só que ao invés de brinquedos, vamos visitar cachoeiras. Na minha opinião ecoturismo é exatamente a sensação de liberdade, e não a de ter que andar como gado no mesmo caminho pré determinado. Enfim, óbvio que não são todos os lugares aqui que são assim, mas uma boa parte dos mais populares são. E é meio frustrante.

Falei isso porque a Svartifoss é justamente um desses lugares. Mas claro, a cachoeira é linda e um espetáculo a parte – as colunas lembram um pouco um enorme órgão de igreja. Tanto é verdade, que a igreja de Reykjavik foi inspirada na Svartifoss.

Já era por volta das 16h e ainda estávamos no parque. Nos restou pegar o carro e irmos para Hofn.

No caminho paramos em duas glacier lakes, que são lagos onde “deságuam” as geleiras. O primeiro um pouco menor, o segundo (Jökulsárlón) mais popular e cheio de turistas, mas também com icebergs mais impressionantes – e leões marinhos nadando como se não estivesse congelante.

Jökulsárlón
Só faltou o Titanic

Chegando em Hofn, o tiozinho da guesthouse trocou as bolas e entramos num quarto que estava ocupado. Por sorte não tinha ninguém na hora que a gente entrou. Desfeito o rolo, fomos jantar no Kaffi Hornið, um restaurantezinho simpático na cidade simpática de Hofn.

A caminho de Hofn

Tivemos a melhor refeição até agora. Nunca tínhamos comido um salmão tão bom como aqui em Hofn. Bora dormir que amanhã tem bastante estrada!

Delícia!

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